branqueamento” de factos, tenta definir uma “tentativa organizada de esconder factos desagradáveis, principalmente num contexto político.”
“Greenwashing” é a mesma premissa, mas num contexto ambiental.
Quando uma entidade ou organização consome tempo e dinheiro em acções de marketing para  a relacionar com boas práticas ambientais em vez de executar, na realidade, práticas de negócio que minimizem os impactes ambientais negativos, podemos dizer que estamos perante um “branqueamento” dos factos, mas com uma “escova verde” – Greenwashing!!!

Exemplos:

O exemplo mais clássico pode ser o da companhia que vende energia fóssil, mas que anuncia nas suas campanhas estar a trabalhar e a desenvolver investigação, sobre energia renovável, mas nunca deixa de usar a energia que causa maiores impactes ambientais negativos;

Ou uma cadeia de hoteis, que se assume “verde” porque não troca as toalhas dos quartos todos os dias, mas na verdade, no backoffice,  faz muito pouco para poupar o recurso água ou economizar energia;

Ou uma entidade bancária que consome energia desmesuradamente nos seus edifícios de serviços, mas que a dada altura, anuncia que vai plantar árvores, para ajudar na diminuição de emissões de CO2, quando na verdade não existe qualquer controle sobre a iniciativa “verde”.

Ou ainda uma empresa que se assume pelas suas boas práticas ambientais, utilizando materiais reciclados e facilitando a informação ambiental sobre o produto que vende, mas que implanta a sua fábrica ou megastore, em Rede Natura ou Reserva Ecológica.

E muitos outros

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