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| NOTÍCIAS |
| 2009/07/14 Parceria Público-Privada "Edifícios Energeticamente Eficientes" 2010-2013 (EeB) |
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21 Julho 2009, 14.30-17h
Auditório da CCDR-n, Rua Rainha D. Estefânia, 251, Porto
No âmbito do Plano Europeu de Recuperação Económica a Comissão Europeia irá lançar já em Julho 2009 os primeiros concursos para projectos de intervenção em edifícios, com um orçamento de 65M€, com o objectivo explícito de apoiar a indústria europeia da construção, através de um mecanismo de parceria público-privada (PPP).
Os concursos irão financiar projectos em consórcio internacional visando uma maior eficiência energética em edifícios através da integração de TI em edifícios públicos, novos materiais para isolamento térmico, novas tecnologias para agrupamentos de edifícios, reabilitação de edifícios existentes, e eficiência energética em edifícios históricos.
Nesta sessão, organizada pelo o Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de I&DT (GPPQ) em colaboração com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), irá ser discutida esta iniciativa e as oportunidades que podem surgir para o sector da construção em Portugal. Pretende-se estimular uma discussão entre todas as empresas e entidades de investigação nacionais que possam participar em propostas de sucesso.
Convidamos desde já todos os interessados a participar.
Inscrições (sujeitas à lotação da sala) aqui.
Informação complementar sobre esta PPP aqui. |
| 2009/07/14 |
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| 2010/11/04 CINCOS`10 |

O Congresso de Inovação na Construção Sustentável é um evento bianual organizado pela Plataforma para a Construção Sustentável nos dias 4,5,6 Novembro 2010- Curia
Temas:
1- Materiais e produtos para a construção sustentável;
2 - Tecnologias e sistemas de construção e reabilitação;
3 - Impacto e desempenho energético e ambiental;
4 - Utilização de recursos naturais;
5 - Economia e gestão da construção
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| 2010/11/04 |
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| 2010/09/18 II Jornadas Quercus de arquitectura sustentável |
A partir do próximo mês de Setembro o Núcleo Regional do Porto da Quercus organiza a sua segunda edição das Jornadas de Arquitectura Sustentável nos dias 18 de Setembro, 23 de Outubro e 27 de Novembro de 2010 na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.
para saber mais |
| 2010/09/18 |
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| 2010/09/16 2ªs jornadas de eco-construção |
II Jornadas de Eco-Construção organizadas pela Associação Aldeia nos dias 16 a 18 de Setembro de 2010 em Baguim do Monte - Rio Tinto - Auditório Lipor
Para saber mais... |
| 2010/09/16 |
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| 2010/09/13 Conferência sobre Arquitectura e Investigação - II |
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a Universidade Lusófona vai organizar a 2ª parte da conferência sobre Arquitectura e Investigação, no dia 13 de Outubro que decorrerá na Universidade Lusófona, no auditório Agostinho Silva. |
| 2010/09/13 |
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| 2010/09/11 Greenfest 2010 |

O Greenfest é um festival de sustentabilidade anual que se realiza em Setembro em Cascais onde acontecem várias iniciativas, amostras e palestras sobre o tema. Este ano de 2010 vai ser realizado no Centro de Congressos do Estoril entre outros espaços entre os dias 10 e 17 de Setembro.
Este ano os temas são: o
Ano Internacional da Biodiversidade e o
Ano Europeu Contra a Pobreza e Exclusão Social
Para saber mais consultar o programa em..
Para mais informações clique aqui |
| 2010/09/11 |
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| 2010/07/17 Oficinas de construçao em terra |
A Almargem organiza em Loulé duas oficinas de construção em terra nos dias 17 e 18 de Julho e nos dias 24 e 25 de Julho.
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| 2010/07/17 |
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| 2010/07/16 Seminario sobre Regeneracao urbana sustentável |
Em Óbidos no dia 16 de Julho realizou-se o Seminário Técnico "Regeneração Urbana Sustentável" no Auditório Municipal da Casa da Música, organizado pela APEA e o Portal da Construção Sustentável. AS apresentações estarão disponiveis em breve.
Temas em destaque:
Painel I - A regeneração urbana como motor da indústria da construção, turismo e do desenvolvimento sustentável
Painel II - Técnicas de reabilitação e materiais alternativos. Case studys
Painel III - A certificação energética e ambiental: as mais valias da sustentabilidade
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| 2010/07/16 |
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| 2010/07/12 Curso de arquitectura de terra na ARQCOOP |
O ArquitecturasdeTerra vai promover em parceria com a ARQCOOP e o apoio da associação CentrodaTerra um curso teórico-prático de Construção com Terra a ter lugar em Lisboa durante o próximo mês de Julho.
PROGRAMA:
- Introdução, especificidade, diversidade e universalidade da construção com terra.
- Sustentabilidade, práticas construtivas e gestão de recursos.
- Técnicas construtivas com terra crua.
- Recuperação do património construído em terra, conservação e manutenção.
- Identificação, análise e ensaios de solos para construção.
- Construção de modelo protótipo em Taipa.
FORMADORES:
Arq.ª Eva da Silva Quaresma
Arq.º Pedro Alves de Abreu
CARGA HORÁRIA E CALENDARIZAÇÃO:
23 horas;
12, 14, 16, 17, 20, 22 e 24 de Julho;
2.ª, 4.ª, 6.ª, 3.ª e 5.ª, das 19h00 às 22h00, e Sábados, das 10h00 às 14h00.
INSCRIÇÃO:
200 € (Isento de IVA, ao abrigo do n.º 14 do artigo 9.º do CIVA.)
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| 2010/07/12 |
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| 2010/07/03 Abrantes e requalificacao |
Abrantes 2020 – Pensar Mais Abrantes
O evento, uma organização da OASRS e da Câmara Municipal de Abrantes, pretende gerar uma reflexão alargada sobre o futuro da cidade, através de conferências, seminários e um workshop que terá lugar de 3 a 10 de Julho na Biblioteca Municipal António Botto
O evento irá reunir um conjunto de tutores nacionais e internacionais para ajudar à reflexão, designadamente Ignasi Perez Arnal (Espanha), Ecosistema Urbano (Espanha), Luigi Centola (Itália), José Gigante e MOOV (Portugal).
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| 2010/07/03 |
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| 2010/06/25 Seminario sobre cal e pigmentos |

Nos dias 25 e 26 de Junho irá decorrer um Seminário sobre cal e pigmentos em Ourique.
Para mais informações clique aqui |
| 2010/06/25 |
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| 2010/06/24 Ponto de Encontro 2010 na Lisboa E-Nova |

Palestra sobre Arquitectura Tradicional e Sustentabilidade pelo Arq. Alberto Castro Nunes no dia 24 de Junho às 17:30h no CIUL . Evento inserido nas sessões de encontro da Lisboa E-Nova.
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| 2010/06/24 |
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| 2010/06/23 Reabilitar 2010 - LNEC |
Conferência sobre Reablitação e conservação de estruturas a decorrer no LNEC entre os dias 23 e 25 de Junho de 2010
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| 2010/06/23 |
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| 2010/06/22 Heritage 2010- 2nd conference on Heritage and sustainable development |

2ª Conferência internacional sobre Património e Desenvolvimento sustentável- Évora, 22-26 Junho
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| 2010/06/22 |
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| 2010/06/21 Conferencia sobre Arquitectura e Investigacao - I |

A Universidade Lusófona organizou a 1ª parte da conferência sobre Arquitectura e Investigação, no dia 21 de Junho no auditório Agostinho Silva |
| 2010/06/21 |
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| 2010/06/20 Eco bairros |
Lisboa e Vale do Tejo: ‘Eco-Bairros’ poderá ter novas candidaturas para aproveitar verbas
A Comissão de Coordenação de Lisboa e Vale do Tejo admite lançar novos concursos no âmbito do programa ‘Eco-Bairros’ para aproveitar os quase seis milhões de euros de verbas comunitárias não usados nas candidaturas aprovadas em Março.
“Podemos voltar a abrir candidaturas nesta temática. Essa pode ser uma opção, mas ainda não foi apreciado”, disse à Lusa a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT), Teresa Almeida.
O projecto ‘Eco-Bairros’ integra-se no eixo das Parcerias para a Regeneração Urbana do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e pela primeira vez visava apoiar acções integradas de promoção da sustentabilidade, através de projectos-piloto de gestão de energia, água, resíduos, transportes, mobilidade e espaço público.
Em Março foram aprovadas duas candidaturas, uma de Lisboa (Bairro da Boavista) e outra de Vila Franca de Xira (numa área da freguesia da Póvoa de Santa Iria), que com uma despesa total elegível de 14 423 euros terão 6,8 milhões de apoio comunitário.
Uma vez que no total estavam disponíveis 12 milhões de fundos comunitários (FEDER) para os ‘Eco-Bairros’, ficaram por usar mais de cinco milhões, mas a responsável da CCDRLVT garante que esta verba não será desperdiçada.
“A ideia é replicar estes projectos-piloto noutros locais. Ainda estamos na fase de ponderar, mas julgamos que como era uma iniciativa inovadora, nunca tinha sido tratado este tema no âmbito comunitário, talvez por isso não tivesse tido tantas candidaturas que merecessem aprovação”, afirmou Teresa Almeida.
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| 2010/06/20 |
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| 2010/06/16 Seminario sobre Materiais de construcao e sustentabilidade |
No dia 16 de Junho de 2010, no Auditório do CTCV, o Seminário “Materiais de Construção e Sustentabilidade” será organizado pela Plataforma para a Construção Sustentável, em parceria com o Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV).
O seminário tem entrada gratuita, mas devido à lotação da sala, as inscrições serão aceites por ordem de chegada com o envio da ficha de inscrição para o correio electrónico: centrohabitat@centrohabitat.net, até ao dia 14/06/10.
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| 2010/06/16 |
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| 2010/06/16 Reabilitação Urbana e Habitacional em debate em Gaia |

Vai decorrer no dia 16 de Junho, em Vila Nova de Gaia, a 19.ª Sessão Técnica do Grupo Habitar (GH) em parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e CidadeGaia – SRU. Dedicada ao tema Reabilitação Urbana e Habitacional, o encontro terá lugar no dia 16 de Junho de 2010, entre as 10h e as 18h, no auditório das Caves Cálem no Cais de Gaia.
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| 2010/06/16 |
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| 2010/06/08 Conferencia iiSBE Portugal |

A iiSBE Portugal vai organizar no dia 17 de Setembro em Ponte de Lima a Conferência “Construção e Reabilitação Sustentáveis”
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| 2010/06/08 |
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| 2010/06/07 formação em eco desenho |
Arq. Ignasi Pérez Arnal em formação de Ecodesenho
Encontram-se abertas as inscrições para uma acção de formação dedicada ao Ecodesenho, orientada pelo espanhol Ignasi Pérez Arnal e que vai decorrer nos dias 7 e 8 de Junho no Auditório da Ordem dos Arquitectos.
A formação pretende demonstrar a importância da temática nos dias de hoje e dotar o arquitecto de conceitos sobre a construção e desenho sustentável incidindo essencialmente nos conceitos de Ecodesenho desde a sua aplicação nas ecocidades e ecoaldeias passando pelo ecodesenho da vivenda e de um produto, permitindo ao arquitecto identificar os impactos ambientais que podem ocorrer no seu ciclo de vida, sem comprometer as suas qualidades e aplicações.
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| 2010/06/07 |
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| 2010/05/31 registo de fossas, poços e furos |
O prazo para a regularização de utilizações de recursos hídricos (captação de água subterrânea, descarga de águas residuais com infiltração no solo, charcas e construções) estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 137/2009, de 8 de Junho, foi alargado até 15 de Dezembro de 2010, segundo Comunicado do Conselho de Ministros de 6 de Maio de 2010.
Todos aqueles que têm poços, furos, minas, charcas e fossas sépticas, ou seja quem usa o subsolo para extração de águas ou lançamento de águas tem, sob pena de multas muito "pesadas" de fazer o registo até Maio de 2010 nas Juntas de Freguesia.
Para todos aqueles que não cumprirem haverá lugar a pesadas multas de 25 mil a 37.500 euros, para particulares e de 60 mil a 2,5 milhões de euros, para pessoas colectivas. O registo foi imposto pelo Decreto-Lei nº 226A/2007, de 31 de Maio.
De acordo com a lei, "o pedido de título é obrigatório para todos os proprietários de terrenos em que haja qualquer tipo de utilização dos recursos hídricos, que não esteja legalizada, sejam elas poços, noras, furos, minas, charcas, barragens, açudes ou descargas de águas residuais (por exemplo, fossas)".
Apesar da Lei ter sido publicada em 2007, as Administrações Regionais Hídricas (ARH's) apenas foram criadas a 1 de Outubro de 2008, "o que atrasou o processo de aplicação". O pedido de título é obrigatório para todos os proprietários cuja utilização hídrica dos terrenos nunca tenha sido legalizada, herdeiros e novos proprietários de terrenos (mesmo em casos que os anteriores donos tenham procedido à legalização) em que haja qualquer tipo de utilização hídrica, até 31 de Maio.
Para os proprietários de furos que não estão em utilização o registo não é obrigatório, embora os serviços aconselhem ser "preferível que o faça, de forma a enquadrar legalmente futuras utilizações". No caso de fossas estanques o título também não é obrigatório. "Apenas carecem de título as descargas de águas residuais provenientes de fossas sépticas com órgão de infiltração no solo (por exemplo, poço absorvente ou poço roto)".
Os pedidos são gratuitos, estando apenas sujeitos ao imposto de selo (3 euros), obrigatório em todos os requerimentos oficiais.
Vai ser possível nas Juntas de Freguesia de tratar deste registo e o Ministério está a desenvolver uma plataforma na INTERNET para ser possível fazer o registo por esta via. |
| 2010/05/31 |
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| 2010/05/31 SEMINÁRIO Valorização de RCD |
Seminário sobre Valorização de Residuos da construção e demolição, a decorrer em Lisboa na APA no dia 31 de Maio de 2010.
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| 2010/05/31 |
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| 2010/05/27 Forum sobre Reabilitacao urbana e Patrimonio cultural |
Entre os dias 27 e 29 de Maio de 2010, irá decorrer o II Fórum Nacional “Cultura, Território e Desenvolvimento Local”, numa acção conjunta da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias e da Câmara Municipal de Albufeira.
Este II Fórum é dedicado ao tema “Reabilitação Urbana e Património Cultura” e contará com a participação de diversas autoridades e profissionais de reconhecido mérito na área, o que torna este evento uma oportunidade para discutir e avaliar as questões relacionadas a este tema que são de fundamental interesse local e nacional.
Mais informações e inscrições no sítio da CM Albufeira
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| 2010/05/27 |
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| 2010/05/21 Cursos de assessores do SBTool PT |

Curso de Avaliação da Sustentabilidade das Construções – Edifícios de Habitação.
Esta Acção de Formação tem como objectivo apresentar o contexto actual dos sistemas de avaliação e reconhecimento da sustentabilidade de edifícios, com especial enfoque para o sistema SBToolPT. Para se aprofundar conhecimentos sobre o processo de avaliação do sistema SBToolPT será proposto um trabalho prático que consiste na aplicação do módulo de avaliação de edifícios de habitação a um caso de estudo.
Local: Porto, Hotel Tiara Park Atlantic Porto
Dias: 21 e 22 de Maio de 2010.
Custo de inscrição:
Associados da iiSBE PT – € 430
Membros da OA, OE e ANET – € 450 Outros: € 500
O custo de inscrição inclui: documentação de apoio, certificado de participação, almoços e coffee-breaks.
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| 2010/05/21 |
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| 2010/05/18 Congresso Lidera 2010 |

O tema do congresso anual LiderA 2010, que se realiza nos dias 18 e 20 de Maio de 2010 em Lisboa, assenta na lógica de "Criar valor com a sustentabilidade na construção".
Os temas abordados serão:
(I) Abordagem sustentável do LiderA e como os casos certificados pelo LiderA criam valor;
(II) promoção e produtos que procuram a sustentabilidade e
(III) Novos desafios – “Quase zero de energia” como chegar e criar valor?.
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| 2010/05/18 |
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| 2010/05/11 Tektonica |

TEKTÓNICA na FIL de 11 a 15 de Maio, com sectores tradicionais e novos : SK (Pavimentos e Revestimentos Cerâmicos. Banho, Cozinha , Pedra Natural ), SIMAC ( Materiais e Equipamentos para Construção) e novos Tek Green ( empresas no domínio da construção sustentável, eficiência energética em edifícios e responsabilidade social na construção e obras públicas) Tek Máquinas (Salão de máquinas de movimentação, de elevação e equipamentos para a construção com especial enfoque na actividade das obras públicas) e Reabilitação e Requalificação (Exposição e fóruns de debate com a presença das principais empresas de construção, gabinetes de arquitectura, gabinetes de engenharia e empresas de materiais de construção).
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| 2010/05/11 |
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| 2010/05/01 Pavilhão de Portugal em Xangai 2010 |

O Pavilhão de Portugal com uma área de 2.000 m2 abriu as portas no passado dia 1 de Maio para a Expo 2010 Shanghai.
O Pavilhão de Portugal apresenta uma fachada revestida de cortiça, material nacional, reciclável e ecológico. Trata-se de um exemplo de inovação e de boas práticas ambientais que potenciam a imagem de Portugal na maior Exposição Universal alguma vez realizada. Reflecte o conceito de sustentabilidade dos edifícios das cidades contemporâneas e realça-o como elemento-chave das políticas nacionais em termos económicos e ambientais.
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Existe ainda um segundo pavilhão chamado TTT- torre turística transportável , inserido no espaço Urban Best Practices Area.
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| 2010/05/01 |
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| 2010/04/30 Conferência internacional sobre Cidades e Requalificação |

Encontro e Conferência na Universidade Católica, Faculdade de Engenharia- CAMPUS DE SINTRA , dias 7 e 8 de Maio de 2010
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| 2010/04/30 |
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| 2010/04/30 Sistema Bruma EcoDrop® |

Para a Bruma a poupança de água é, mais do que uma preocupação, uma obrigação. Todas as nossas torneiras estão equipadas com sistemas de controlo de caudal que, misturando ar com a água, transmitem a mesma sensação de conforto de um grande caudal, mas usando uma quantidade menor de água.
A Bruma coloca ainda ao dispor dos gestores de projectos, diversas soluções à medida que permitem controlar o caudal ou temperatura da água ,de acordo com as características, necessidades e aspirações desses projectos. Desta forma ,facilitamos e promovemos uma utilização racional da água e da energia necessária ao aquecimento da mesma. Isto traduz-se num acto de poupança de água, energia e dinheiro.
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2010/04/30 |
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| 2010/03/20 Portugal SB 10- Apresentacao do Portal |

O Portal foi apresentado na Conferencia SB`10 (Sustainable Building 2010) em Vilamoura, no dia 18 de Março de 2010.
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| 2010/03/20 |
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| 2010/03/17 Portugal SB 2010- Sustainable Building Affordable to All- Algarve |

Portugal is in its way to approach sustainable building process. In that context an International Conference held in a touristic region that is not yet too much focused on sustainable development could act as an important momentum to give further involvement in this fundamental area.
To maximize that effect the conference was organized by iiSBE–Portugal with the support of two important universities (one located on the North and other on the South of Portugal), municipalities and involved the main Portuguese stakeholders.
This conference is held in Portugal every three years.
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| 2010/03/17 |
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| 2010/02/20 Seminário sobre Arquitectura de Terra- Coimbra |

O 6.º Seminário de Arquitectura de Terra em Portugal e 9.º Seminário Ibero-Americano de Construção com Terra vai realizou-se entre 20 e 23 de Fevereiro de 2010 na Universidade de Coimbra, Portugal. O Portal da Construção Sustentável esteve representado.
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| 2010/02/20 |
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| 2009/12/10 Guia do Consumo Responsável |

O «Guia do Consumo Responsável-2009» foi lançado no dia 10 de Dezembro durante a conferência sobre consumo e comportamento responsável que teve lugar na Fundação EDP. O Guia constitui um levantamento das ofertas de mercado no ano 2009 nas várias áreas de consumo: alimentação, habitação, transportes, educação, empresas, saúde, turismo e reforma
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| 2009/12/10 |
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| 2009/11/24 Casa Ambiental em Santarém no Biosfera |

A moradia unifamiliar ambiental localizada em Santarém foi visitada pelo programa Biosfera.
Veja aqui a excelente reportagem a que este magnífico programa nos conduziu.
Um programa que desde há muito nos habituou a matéria sempre actualizada sobre a temática ambiental.
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| 2009/11/24 |
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| 2009/11/12 Imóveis com certificação LiderA vão ter 50% de redução do IMI em Lisboa |
No dia 12 de Novembro a Câmara Municipal de Lisboa aprovou a redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) em 25 % para edifícios que disponham da certificação energética de classe A. Tendo sido aprovado por unanimidade a proposta adicional, de redução de 50% no IMI em imóveis com certificação energética do tipo A+ou no âmbito do sistema LiderA.
O sistema foi já também adoptado como referência da procura de sustentabilidade pelo Município de Santarém e Torres Vedras. Nesses municípios a certificação pelo LiderA permite a redução em 25 % das taxas de operações urbanísticas dos empreendimentos certificados.
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| 2009/11/12 |
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| 2009/08/12 Cursos de Assessores do Sistema LiderA |

Os cursos previstos para o primeiro trimestre de 2010 são os seguintes
- Lisboa nos dias 12 e 13 de Janeiro de 2010, no FUNDEC, Departamento de Engª Civil e Arquitectura do Instituto Superior Técnico
- Aveiro nos dias 27 e 28 de Janeiro de 2010, na Universidade de Aveiro em parceria com Plataforma para a Construção Sustentável
- Porto nos dias 4 a 6 de Março de 2010, em parceria com a Ordem dos Arquitectos Secção da Região Norte e Quercus
- Lisboa nos dias 24 e 25 de Março de 2010, no FUNDEC, Departamento de Engª Civil e Arquitectura do Instituto Superior Técnico.
-Lisboa nos dias 15 e 16 de Abril de 2010 na Ordem dos Arquitectos Secção da Região Sul
-Lisboa nos dias 4 e 5 de Maio de 2010 na Ordem dos Arquitectos Secção da Região Sul
-Lisboa nos dias 22 e 23 Junho de 2010
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| 2009/08/12 |
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| 2009/07/13 Lisboa dia 15 de Julho - Reabilitação energética e ambiental, que Oportunidades? (Ordem dos Engenheiros) |
Vai-se realizar no dia 15 de Julho em Lisboa entre as 14h30 e as 18h00 na ordem os engenheiros a primeira acção do ciclo sobre o tema ?"Sustentabilidade - Da reflexão,à acção"? esta sessão centra-se sobre ?"Reabilitação energética e ambiental, que Oportunidades?". Esta acção é organizada em colaboração entre o sistema LiderA e o IDSA.
O programa previsto da Sessão (15 Julho de 2009 14:15-18:00) é o seguinte:
14h15 ? Recepção dos participantes
14h30 ? Abertura da Sessão ? Engº Aníbal de Freitas Lopes (IDSA), Engº Fernando Santo (Ordem dos Engenheiros)
14h50 ? Programa Solar e Renováveis na Hora, Dr. Alexandre Fernandes (ADENE)
15h10 ? As soluções para a dimensão energética, Prof. Daniel Aelenei (FCT/UNL)
15h30 ? Abordagem para Reabilitação Energética e Ambiental da Alta de Lisboa, Engº Gonçalo Costa (SGAL)
15h40 ? A oportunidade para liderar as melhorias energético-ambientais ? Prof. Manuel Pinheiro (IST) / IDSA
16h00 ? Pausa para café e troca de impressões
16h30 ? Debate - Que oportunidades para a reabilitação energética e ambiental? Prof. Manuel Pinheiro (IST) / IDSA (Moderador)
Arqº. Nuno Leónidas, da APPC
Representante da CGD *
Dr. Pedro Paes da EDP
Engº Firmino das Neves da AECOPS
18h00 ? Encerramento da Sessão - Engº Freitas Lopes (IDSA), Engº Fernando Santo (Ordem dos Engenheiros)
Gostava de indicar que estão ainda disponíveis um conjunto de convites gratuitos para esta sessão, caso pretenda assistir nessas condições por favor envie um email para geral@lidera.info indicando o seu nome e entidade.
Mais informações e inscrições aqui |
| 2009/07/13 |
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| 2009/07/01 Governo poderá utilizar JESSICA para financiar reabilitação |

O programa Jessica poderá vir a ser utilizado pelo Governo português como meio de promover a reabilitação urbana. O Executivo encontra-se a estudar esta possibilidade como financiamento alternativo ao Orçamento do Estado, no âmbito do quadro comunitário de apoio (QREN) 2007-2013.
Ao que o Jornal de Negócios apurou, Portugal terá já manifestado o seu interesse em recorrer a este programa, tanto em reuniões com o Banco Europeu de Investimento (BEI) e com a Comissão Europeia (CE), como no âmbito da preparação do QREN.
"O BEI tem estado em estreito contacto com o Ministério do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional a fim de avaliar as oportunidades e o interesse na implementação da iniciativa JESSICA em Portugal", declarou Carlos da Silva Costa, vice-presidente do Banco Europeu de Investimento.
Contudo, "embora o conceito e finalidade estejam há muito consolidados, não há ainda acordo quanto a procedimentos concretos da engenharia financeira a desenvolver", o que explica o atraso da aplicação do programa, explicou João Ferrão, secretário de Estado do Ordenamento do Território ao Jornal de Negócios. De facto, a data acordada para a estruturação do programa, em finais de 2006, já foi ultrapassada há muito tempo.
De acordo com o governante, este atraso levou a que os ministros de ordenamento do território organizassem um grupo de trabalho com vista ao estudo da questão.
Só dentro de um ano deverá ser apresentado o relatório (e respectivas conclusões) resultante dos trabalhos deste grupo, o que impede a utilização do programa Jessica nos processos de reabilitação no país.
Carlos da Silva Costa revelou que os contactos entre o BEI e os responsáveis portugueses prosseguirão, com o objectivo de "determinar como e quando haverá lugar à criação de fundos de desenvolvimento urbano e qual o papel que se pretende que o BEI assuma nesse enquadramento".
Prevê-se que o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana e as Sociedades de Reabilitação Urbana venham a envolver-se neste processo e que o primeiro venha a gerir a introdução do JESSICA no âmbito da reabilitação urbana em Portugal.
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| 2009/07/01 |
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| 2009/06/22 Congresso LiderA 09, apresentações estão agora disponíveis. |

O congresso LiderA 09, realizado nos dias 27 e 28 de Maio de 2009 no IST, subordinado ao tema oportunidades da construção sustentável do sistema LiderA, contou com cerca de uma centena e meia de participantes e teve um elevado grau de satisfação. Segundo os inquéritos recebidos, 33% das respostas consideram na globalidade a organização boa e 67% muito boa.
Assim, a organização do congresso LiderA 09 vem agradecer publicamente aos oradores e participantes no congresso, bem como aos respectivos patrocinadores: ADENE – Agência para a Energia; APA - Agência Portuguesa do Ambiente; BES - Banco Espírito Santo; EPAL - Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA; EPUL - Empresa Pública de Urbanização de Lisboa; Soares da Costa; assim como a presença dos serviços residentes da BIOhabitat , Reynaers Aluminium, SA e Centro Habitat.
Aproveito para informar que estão agora disponíveis em formato pdf as apresentações efectuadas pelos oradores no congresso, na respectiva página, abrangendo as seguintes oito sessões: (I) Abordagem sustentável do LiderA; (II) casos certificados pelo LiderA; (III) estratégias e práticas de promoção da sustentabilidade pelo sector público e privado; (IV) investimento e a sustentabilidade dos ambientes construídos; (V) boas abordagens sustentáveis na reabilitação, bem como (VI) nas novas construções; (VII) a nova versão do sistema LiderA e (VIII) as oportunidades da sustentabilidade, as quais podem ser visualizados através do seguinte link:
Cique aqui. |
| 2009/06/22 |
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| 2008/01/28 Entrevista com Aline Delgado à revista Gazeta do Cenjor |

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"Uma estação ferroviária é uma espécie de não-lugar, um sítio de passagem com pouco mais para oferecer além de encontros e desencontros. Às portas de Lisboa, a estação de Sacavém vai ganhar uma nova vida, será o local da sede nacional da Quercus. À utilidade do comboio junta-se a curiosidade por um
espaço que pretende ser um exemplo de educação ambiental."
Este é a introdução da reportagem presente na revista Gazeta do Cenjor que aborda em conjunto com a Arquitecta Aline Delgado o projecto Edifício Verde da Quercus.
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| 2008/01/28 |
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| 2007/10/29 Entrevista com Aline Delgado à revista Edificando |

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OS BONS PROJECTOS DEVEM SER FRUTO DE UMA EQUIPA QUE EVOLUI TODA NO MESMO SENTIDO.
Este é um dos conceitos que sobressai da entrevista protagonizada por Aline Delgado na revista Edificando, entrevista esta em que são abordados variados temas sobre o estado da Construção Sustentável em Portugal e as perspectivas de futuro deste importante conceito.
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| 2007/10/29 |
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| 2007/06/26 Certificação energética dos edifícios pode dinamizar mercado |
A nova legislação que determina que, a partir de 1 de Julho, todos os edifícios com mais de mil metros quadrados sejam acompanhados, obrigatoriamente, por um certificado de eficiência energética para que possam ser licenciados, pode abrir uma janela de oportunidades para as empresas nacionais.
«O impacto desta obrigatoriedade na actividade do tecido empresarial vai ser grande, nomeadamente para empresas como a Vulcano, que é fabricante de equipamentos para produção de água quente», refere André Cruz, responsável pelo acompanhamento de projectos de engenharia e arquitectura na companhia.
Inserida no grupo Bosch, a gama comercializada pela empresa vinha sobretudo da Alemanha. Mas a Vulcano investiu 12 milhões de euros numa fábrica, em Aveiro, que terá capacidade para fabricar 150 mil painéis solares por ano. «A maior parte da produção será para exportação, mas também se destina ao mercado nacional», refere André Cruz, salientando que, no futuro, esta área representará um volume cada vez maior nos negócios da empresa.
A obrigatoriedade de integração de sistemas de energias renováveis nos novos edifícios é um dos motivos que leva Filipe Bello Morais, responsável pela Sotecnisol Energia, a considerar a nova legislação «arrojada». Contudo, ressalva, «apesar de estar em vigor desde 1 de Julho de 2006, muitos projectos de novos edifícios que deram entrada nas autarquias não cumpriram o regulamento, nomeadamente na vertente do solar térmico».
«Só excepcionalmente tem-se feito cumprir a legislação. Veremos que desenvolvimentos decorrerão da entrada em vigor, no próximo dia 1 de Julho, da obrigatoriedade da certificação energética». A partir desta data, a apreciação dos projectos na fase de licenciamento será acompanhada por uma apreciação de peritos. Com efeito, «existe aqui um nicho de mercado para as empresas de formação», refere Aline Delgado, da Quercus. No entanto, para a responsável «é indispensável que estes profissionais possam ter também algum papel durante a obra, o que não acontece actualmente». É que, por exemplo, o isolamento de uma parede só se vê durante a empreitada, especifica. |
Um potencial bloqueio ao desenvolvimento do mercado prende-se com o facto de não haver ao nível da habitação os incentivos suficientes para incentivar as pessoas a optarem, por exemplo, por painéis solares, aponta Bello Morais. Não obstante, o responsável acredita que a nova regulamentação para os edifícios vai dinamizar muito o mercado». No caso do fotovoltaico, afirma, «a nova remuneração aprovada recentemente é bastante interessante, sobretudo, para centrais até 5 kWp». Para Filipe Bello Morais, «as condições estão criadas, mas é preciso abrir caminho para a ligação à rede para que o investimento no solar fotovoltaico se torne mais atractivo». A Sotecnisol tem actualmente em adjudicação cerca de 500 kW em fotovoltaico e ao nível do solar térmico 300 a 400 m2 de instalações a realizar. «Neste ano, devemos investir 500 mil euros em centrais fotovoltaicas financiadas por nós e o volume de negócios no térmico deverá rondar os 500 a 600 mil euros», anuncia.
Para as questões de eficiência energética, também a Ecochoice, empresa que fornece serviços na área da construção sustentável, tem ao dispor dos seus clientes um conjunto de soluções que passam pelo apoio directo ao projecto de arquitectura, desenvolvendo medidas bioclimáticas específicas para o local e tipologia de edifício em causa, e também pelo dimensionamento de sistemas de produção de energia descentralizada, incluindo cogeração e microgeração com recurso a energias renováveis.
Segundo Isabel Santos, administradora-executiva da Ecochoice, «as novas regulamentações energéticas para edifícios poderão funcionar como um ponto de viragem para todas as empresas envolvidas no sector da construção». Os edifícios construídos em Portugal caracterizam-se por serem muito intensivos em termos de consumo de energia e, no entanto, bastante desconfortáveis para os seus utilizadores. Através dos novos regulamentos, esta será uma realidade a alterar. «As empresas terão de se modernizar e os processos construtivos devem ter em conta este factores. Terão de surgir novas formas de projectar edifícios, ser aplicados novos materiais e desenvolvidas tecnologias energéticas com base em fontes renováveis que satisfaçam total ou parcialmente as necessidades de energia do edifício», acrescenta.
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| Autor / Fonte Mónica Fonseca e Tânia Nascimento - Portal do Ambiente 2007/06/26 |
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| 2007/06/25 Certificado energético valoriza novos edifícios |
A partir de 1 de Julho todos os edifícios com mais de mil metros quadrados vão ser acompanhados, obrigatoriamente, por um certificado de eficiência energética para que possam ser licenciados. «Um bom edifício poderá ser uma mais-valia para os construtores, já que o poderão vender por um preço mais caro», ressalta João Farinha Mendes.
O director da Unidade de Energia Solar e Térmica de Edifícios, do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) refere que esta certificação poderá implicar que, numa primeira fase, os consumidores paguem mais, mas «a tendência será para nivelar os edifícios pelas classes energéticas mais altas». Mesmo que os utilizadores tenham que pagar mais, defende Aline Delgado, da associação ambientalista Quercus, o investimento será recuperado porque «um menor consumo de energia implica que se gaste menos dinheiro».
De acordo com Farinha Mendes, que recorda o boom na construção na década de 90, as emissões de dióxido de carbono teriam sido diferentes se já tivéssemos uma legislação destas a ser aplicada. A exigência decorre da calendarização do Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos edifícios, que transpõe uma directiva comunitária relativa ao desempenho energético. |
«O que está em causa é dar informação aos consumidores para que possam saber o que estão a comprar. Por outro lado, esta é a maneira que se arranjou de transmitir aos construtores a preocupação com a eficiência energética dos edifícios, que terão várias categorias à semelhança do que acontece com os electrodomésticos», explica Aline Delgado.
A partir do momento em que há uma melhoria na construção, este é um desafio para as próprias empresas, já que as obriga a usar soluções de melhor qualidade. «Trata-se de puxar o sector da construção para um nível superior. É também um desafio à nossa classe de arquitectos, uma vez que a auto-suficiência energética começa por se aplicar correctamente os regulamentos, mas também por os edifícios serem concebidos o mais possível de acordo com a construção bioclimática», destaca o especialista do INETI. «Os colectores solares nos edifícios não terão um efeito tão significativo se os arquitectos não desenharem os edifícios já a prever a incorporação dessas tecnologias», especifica.
A partir de 2009, esta exigência vai ser alargada às casas antigas, construídas antes da nova legislação. Desta forma, quem comprar ou arrendar estes imóveis ficará a saber os seus valores de consumo de energia.
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| Autor / Fonte Tânia Nascimento - Portal do Ambiente 2007/06/25 |
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| 2007/06/14 Edifícios sustentáveis: presente e estratégias futuras |
Qualquer edifício que pretenda alcançar beleza e harmonia com o meio deve atender à sua eficiência energética. Esta depende do conceito relativamente novo: «ambientalmente relevante», ou seja, com menos custos energéticos, logo mais inteligentes
Os edifícios são os responsáveis por 40% de consumo total de energia na União Europeia (UE). Por essa razão, e no âmbito dos esforços para uma arquitectura sustentável e energeticamente eficiente, a UE implementou uma directiva que, em Portugal, será aplicada a partir de 1 de Julho, de acordo com a qual todos os edifícios terão de apresentar uma etiqueta energética relativa ao Sistema de certificação energética. Por outras palavras, a partir daquela data comprar um edifício será mais ou menos semelhante ao que já acontece com os electrodomésticos que vêm certificados com etiquetas (A,B,C,D) consoante a sua eficiência energética.
Para já, a directiva será aplicada apenas em novos edifícios com mais de 1000 m 2 , mas a expectativa é que, em 2009, o sistema já esteja completo.
As cidades emitem três quartos de todos os gases com efeito de estufa e desempenham um papel fundamental na mitigação do aquecimento global. A maioria das emissões das cidades resulta de sistemas ineficientes de isolamento e de energia. A pensar nisso, eficiência energética dos edifícios é também uma área central da política da União Europeia no combate às alterações climáticas e no âmbito do Protocolo de Quioto. A Directiva Europeia de Desempenho Energético dos Edifícios é o instrumento chave da legislação europeia no que se refere à eficiência energética no ambiente edificado. |
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Em Portugal, e segundo Ricardo Araújo Sá, engenheiro mecânico, da empresa portuense Edifícios Saudáveis Consultores - Ambiente e Energia em Edifícios, esta abordagens energética ao edificado ainda é residual, sendo que a maioria das vezes não existe qualquer estratégia ambiental e, quando existe, é pouco fundamentada. Mas a nível internacional a apetência por estas metodologias é crescente".
Há, no entanto uma diferença entre "edifícios energeticamente eficientes" e "edifícios sustentáveis". "O objectivo de construir «edifícios energeticamente eficientes» é pouco ambicioso e está gradualmente a ser substituído pelo objectivo de construir edifícios «ambientalmente relevantes» (sustentáveis)", frisa Araújo Sá.
Se recuarmos até à década de 70, quando surgiram as primeiras crises do petróleo, a necessidade de reduzir consumos energéticos conduziu a reduções nas taxas de ventilação dos edifícios que levaram ao aparecimento dos primeiros casos de «Síndroma do Edifício Doente». Isto para dizer que convém não repetir erros do passado, procurando reduzir consumos à custa da qualidade dos serviços energéticos.
O problema da eficiência energética dos edifícios assenta essencialmente em três eixos: 1) minimização das necessidades energéticas (ao nível da arquitectura, da construção e da utilização de equipamento de elevada eficiência de conversão de energia final (ex: electricidade) num efeito final (a iluminação, por exemplo); 2) Integração de energias renováveis para supressão das necessidades remanescentes; 3) opções de abastecimento de energia final (gás natural, gasóleo electricidade, etc.).
Tradicionalmente o que se faz é "picar algumas medidas «avulso», sem grande critério (ex.: níveis de isolamento térmico reforçados e painéis solares para aquecimento de água sanitária) e «hastear» a bandeira do "Edifício Sustentável" (ou energeticamente eficiente...)", sintetiza Ricardo Araújo Sá.
Ao invés, "em cada projecto os custos e os retornos ambientais devem ser ajustados tendo em atenção as especificidades locais e deverão ser implementados os mais interessantes até ao limite de investimento que o promotor define tendo também em atenção as "outras" especificidades locais", elucida.
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Combater a dependência energética
Actualmente, os dados relativos aos gastos energéticos nos edifícios portugueses revelam que 57% são relativos à climatização, 25% ao aquecimento, 11% a aparelhos electrodomésticos e 7% a gastos na cozinha. Ora, são precisamente estes os pontos a serem combatidos "para reduzir a dependência energética dos edifícios", declara Aline Delgado, arquitecta associada à Quercus.
O caminho passa, segundo João Azinheiro, arquitecto, por recuperar elementos arquitectónicos e de construção que já eram usados nos edifícios de há 50 anos, mas que, com a evolução da tecnologia, deixaram de ser usados.
Para estes dois arquitectos, a estratégia tem de passar por soluções de design passivo (tais como o uso da orientação solar na construção do edificado).
Já para Pedro Pereira da Silva, autor de uma dissertação de mestrado intitulada Análise do comportamento térmico de construções não convencionais através de simulação em VisualDOE (Março de 2006), "para a implementação das soluções energeticamente eficientes, é fundamental a utilização de ferramentas de simulação, de forma a prever a solução que vai resultar na melhor performance do edifício".
"Melhorara a informação ao consumidor, melhorar a qualidade das construções e reduzir as emissões de gases de estufa" são os objectivos que devem ser atendidos, na opinião de Aline Delgado, quando se fala em edifícios energeticamente eficientes.
Aquela arquitecta considera "difícil" que os edifícios se tornem, no futuro, completamente auto-sustentáveis, mas não tem dúvidas de que "um desenho bioclimático" ajudará a atingir os objectivos propostos. |
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| 2007/06/14 |
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| 2007/05/19 PROGRAMA GULBENKIAN AMBIENTE: CICLO SOBRE ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS |
Auditório 3 da Fundação.
Em conjunto com a Quercus, o Programa Ambiente promove um ciclo para abordar o fenómeno das alterações climáticas sob dois ângulos complementares: a 21 de Maio discute-se a "Conservação de energia e energias renováveis no sector doméstico"; uma semana depois, a 28 de Maio, é apresentado "O quarto relatório sobre alterações climáticas - perspectivas para Portugal". Uma iniciativa apoiada pela EDP, Fundação Luso-Americana, British Council e UK Trade & Investment.
No dia 21 de Maio, serão analisadas as medidas a tomar no campo da gestão da procura e da alteração do comportamento dos consumidores domésticos, nomeadamente, na conservação da energia, assim como nas inovações em marcha que poderão alargar consideravelmente a possibilidade de utilização de emergias renováveis nos serviços e no sector doméstico.
Nos últimos anos, uma série de acontecimentos tem ajudado a construir um consenso mundial em torno da gravidade do fenómeno ambiental das alterações climáticas. Torna-se inegável a convergência de indicadores que confirmam uma tendência das últimas décadas no sentido do aquecimento global: da subida da temperatura média, passando pelo aumento da incidência de furacões de grande violência, até à multiplicação de eventos extremos. No ano de 2006, a publicação do livro e do filme, Uma Verdade Inconveniente, de Al Gore, e a publicação do Relatório Stern: Economia das Alterações Climáticas chamaram a atenção da opinião pública internacional para o risco da disfunção climática em curso. Também a publicação, em 2007, do Quarto Relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC) veio confirmar as perspectivas preocupantes do Relatório anterior, de 2001.
CONSERVAÇÃO DE ENERGIA E ENERGIAS RENOVÁVEIS NO SECTOR DOMÉSTICO
9h30 Abertura
Francisco Ferreira - Direcção Nacional da Quercus
Viriato Soromenho-Marques - Coordenador Científico, Programa Gulbenkian Ambiente
9h45
Eficiência energética e energias renováveis na União Europeia - Elisa Boelman - Direcção-Geral da Energia e dos Transportes, Comissão Europeia |
Módulo 1
CONSERVAÇÃO DE ENERGIA EM EDIFÍCIOS
10h10
Implementação do sistema energético em edifícios - Alexandre Fernandes - Director-Geral, Agência para a Energia
10h35
Contributos dos novos RCCTE e RSECE para a eficiência energética dos edifícios - Aline Delgado - Quercus
Módulo 2
CONSERVAÇÃO DE ENERGIA NO SECTOR DOMÉSTICO
11h40
Promoção da eficiência no consumo de energia - o Programa PPEC - Pedro Verdelho - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos
12h05
Políticas de eficiência energética no Estado da Califórnia - Gene Rodrigues - Director of Energy Efficiency, Southern California Edison Company
Módulo 3
MICROGERAÇÃO E ENERGIAS RENOVÁVEIS
14h30
Desenvolvimento das políticas de microgeração - Miguel Barreto - Director-Geral, Direcção-Geral de Energia e Geologia
14h55
Desenvolvimento de microgeração / microredes - J. Peças Lopes - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto
15h20
Experiências com projectos de microgeração no Reino Unido e na Europa do Sul - Andreas Russo - Proven Energy Ltd
Módulo 4
SENSIBILIZAÇÃO DO SECTOR DOMÉSTICO
16h30
Resultados Programa EcoFamílias, Projecto EcoCasa - Ana Rita Antunes - Quercus
16h50
A DECO na educação para o consumo - Isabel Oliveira - DECO Proteste
17h10
Estudo '40% House' - Sarah Darby - Oxford University Environmental Change Institute
18h00 Encerramento
Emílio Rui Vilar - Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian
Humberto Rosa - Secretário de Estado do Ambiente
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2007/05/19 |
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| 2006/04/26 Ecologistas contra projecto turístico na mata de Sesimbra |
As associações ambientais querem ver chumbado o novo Plano de Pormenor da Zona Sul da Mata de Sesimbra, que consubstancia um empreendimento turístico de grandes dimensões naquela área. O excesso de ocupação (8 mil alojamentos para 30 mil pessoas) e questões de planeamento deixam insatisfeitos os ambientalistas, que desconfiam do projecto promovido pela empresa Pelicano, seguindo os princípios de sustentabilidade estabelecidos pela World Wildlife Fund (WWF).
A Liga para a Protecção da Natureza, a QUERCUS - Associação Nacional de Conservação da Natureza, e o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) dizem que os problemas se sobrepõem às virtudes.Pode ainda ler-se na conclusão do documento que "este tipo de projectos, com carácter demonstrativo de construção sustentável com o carimbo da WWF, são favoráveis ao desenvolvimento urbano do país desde que os benefícios sejam de facto compensatórios". Os ambientalistas acrescentam que isso pode ser atingido com dimensões de ocupação menores ou com projectos de reabilitação de zonas degradadas a necessitar de requalificação.
Entre as principais preocupações constam o crescimento populacional que se pode tornar insustentável em Sesimbra com a população residente e flutuante a duplicar num período de dez anos, o excesso de carga turística e a falta de garantias para acções de gestão ambiental. Para além disso, os objectivos planeados de redução de consumo de energia, resíduos e água podem não estar garantidos se os utilizadores forem turistas e abdicarem de adoptar comportamentos ambientalmente correctos.
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"O princípio do projecto, na dimensão e localização, não nos parece correcto", diz Aline Delgado da Quercus, que privilegia a contrução de raíz em áreas industriais próximas como o Seixal e Barreiro. A dirigente teme que não seja cumprido o Plano de Gestão Ambiental por "requerer esperar financiamentos que podem não vir".
Carlos Costa, presidente da GEOTA, afirmou ser "difícil tentar compatibilizar um conceito correcto com a sua aplicação numa situação desajustada". Em declarações ao DN, assumiu estar de "pé atrás face à pretensa bondade deste projecto", que classifica de "turístico e imobiliário disfarçado com as roupas bonitas" do ambiente. "Estranhamos o envolvimento da WWF e por que escolheram esta zona de grande qualidade ambiental", conclui.
O advogado Sá Fernandes pretende avançar com uma providência cautelar para suspender o Plano de Pormenor, argumentando que a informação disponibilizada durante a discussão pública, que terminou segunda-feira, foi insuficiente.
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| 2006/04/26 |
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| 2006/04/18 Pressão urbanística sem planeamento pode tornar região Oeste "insustentável" |
Uma especialista em eco-arquitectura advertiu que a pressão urbanística em vilas e cidades da zona Oeste, até aqui de características rurais, sem um planeamento que respeite o meio ambiente pode levar a que se tornem "insustentáveis".
"Há muita pressão urbanística sobre Torres Vedras, Caldas da Rainha, Lourinhã e Peniche, as pessoas deixaram o modo de vida agrícola para se concentrar em em vilas e cidades sobre as quais têm muitas expectativas, mas é preciso evit ar que se tornem insustentáveis", disse à agência Lusa Suhita Osório Peters, coo rdenadora científica de um projecto europeu de eco-arquitectura.
"O urbanismo sustentável é aquele onde as pessoas se sentem bem, é uma área ainda nova e cujo debate não chegou às regiões consideradas `espaços rústicos`, apesar de ser decisivo para o seu futuro", adiantou. |
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"Até há duas décadas estas vilas e cidades do Oeste tinham um carácter essencialmente rural, mas estão a viver um período de desenvolvimento urbanístic o acelerado que não se tem traduzido em novas formas de projectar, construir e a daptar as habitações ao meio-ambiente", sublinhou.
Para a especialista "é urgente trazer para fora das metrópoles, em particular para as regiões da periferia metropolitana, como o Oeste, temas e soluçõe s actualmente discutidas na Europa e que visam tornar os edifícios mais adaptados ao seu ambiente".
Nesse sentido, e no âmbito do projecto europeu "TokforCeifiade", que tem como tema "Criar capacidades para a gestão da transformação em Portugal", especialistas de vários países vão estar reunidos na Lourinhã, dia 22, com agentes locais e regionais sobre o tema da eco-arquitectura, informou Suhita Peters, coordenadora do projecto.
"Desde há dois anos que assisto a estes debates e seminários o que é um indicador que começa a haver alguma preocupação com estas matérias, mas é preciso que se faça alguma coisa", advertiu por seu lado Aline Delgado, da associação ambientalista Quercus.
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"A construção sustentável é a que causa o menor impacto possível porque este é um dos sectores que mais polui, quer nos resíduos que provoca quer nos consumos de energia na fase de construção e de utilização", acrescentou a ambientalista.
"Se não forem bem projectados e construídos levam a maiores necessidade s de iluminação e de aquecimento e ao consequente gasto de energia", sublinhou A line Delgado, lembrando que "uma arquitectura sustentável deve promover a qualidade do habitat humano".
Questões que também começam a preocupar as autarquias, que estão a tent ar cumprir com o estipulado nos dois diplomas aprovados em Julho sobre a eficiên cia energética dos edifícios.
"Aceitámos que se realizasse este encontro na Lourinhã porque temos con sciência de que é importante retirar ensinamentos destes especialistas", disse à Lusa José Manuel Custódio, presidente da Câmara da Lourinhã.
"Quando se fala em pressão urbanística é importante que se diga que faz emos (os autarcas) muitas exigências" aos construtores, sublinhou o presidente da câmara, exemplificando que a autarquia se prepara para aprovar um empreendimen to turístico junto a uma praia onde todas as casas têm painéis solares para dimi nuir os custos energéticos e fazem aproveitamento das águas da chuva.
Em discussão vão estar, entre outros temas, a sustentabilidade dos edifícios, materiais de construção ecológicos, promoção do desempenho energético dos edifícios e problemas dos centros históricos. |
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| Agência Lusa 2006/04/18 |
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