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| FAQ |
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Vou construir uma casa. O que é que devo fazer para que seja um edifício mais sustentável?
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Para começar deverá ter em consideração essa pretensão logo na fase de projecto, pois é o principal para que a jusante tenha uma casa mais sustentável. Antes de mais logo na fase de estudo prévio é necessário ter em consideração a envolvente, nomeadamente a topografia do terreno, para dela poder tirar partido, bem como a vegetação existente, tendo em conta que a devemos conservar e aproveitar se necessário para técnicas de sombreamento, por exemplo. A exposição solar, será senão o mais importante, um factor determinante na eficiência energética da casa. Na fase de projecto devemos então apontar sempre para uma iluminação natural das áreas habitáveis, equilibrando as proporções entre aberturas para o exterior (vãos) e superfícies opacas da fachada. Deve igualmente promover-se o aquecimento e arrefecimento passivos (através da luz solar), conseguindo-o abrindo vãos envidraçados com exposição solar a sul, aproveitando a orientação Norte para instalações sanitárias, circulações e arrecadações, não descuidando igualmente o controle de encandeamento e o sobreaquecimento, especialmente nas fachadas a Este e Oeste. É muito importante que este controle seja feito através de protecções solares colocadas do lado exterior das janelas (estores, persianas, palas ou recuos nas fachadas), para evitar o chamado “efeito de estufa”. Na fase de construção é importante que o isolamento seja aplicado de forma eficaz, isolando a casa num todo e de forma continuada. Há no entanto mais alguns factores que influenciam a habitação: a existência ou não de água no terreno, que possa ser aproveitada para usos diversos, a previsão de canalizações duplas para que as águas dos banhos e lavatórios – águas cinzentas, possam ser reutilizadas nas descargas de autoclismos. No planeamento da habitação deve-se ter sempre em consideração a área de implantação, e consequentemente a proporção de terreno a impermeabilizar, bem como a boa drenagem da água que passaria no terreno que vai ser ocupado. Há também a opção de reencaminhar a água para um depósito de forma a aproveitá-la para rega ou outros fins. |
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Como devo orientar a minha casa?
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Sem dúvida que a melhor e mais vantajosa orientação de uma habitação, tendo sempre em consideração a eficiência energética, será a orientação Sul, uma vez que possibilita tanto ganhos solares significativos, como o total controlo do sobreaquecimento através de protecções exteriores. O ideal seria poder voltar toda a casa a Sul, o que será viável, se falarmos em edifícios de habitação multifamiliar- prédios de apartamentos, onde não será difícil encontrar alguns fogos orientados somente a Sul, mas quando se trata de uma moradia a situação complica-se, pois são variados os factores que influenciam a colocação de vãos de uma edificação: a vista, as necessidades de arejamento e ventilação, e ainda factores estéticos. Neste contexto, deixamos aqui apenas algumas sugestões para tirar partido do aquecimento/arrefecimento passivos (através de energia solar): Adjacente à fachada Norte, que em princípio deve ser cega ou conter o mínimo absolutamente necessário de janelas, devem ser orientados os anexos secundários, tais como garagens, armazéns etc., por forma a se conseguir uma maior protecção térmica. No caso do terreno o permitir e ser em declive, deve-se ainda proteger a fachada Norte por meio de um talude ou aterro. Assim, deve dar-se prioridade a Sul, às funções principais, ou seja à maior superfície habitada, para que no Inverno se possam assegurar os ganhos solares indispensáveis ao contributo para melhores condições térmicas e de bem estar (saúde e conforto), garantindo que a fachada a Sul tenha direito ao sol na sua totalidade. Esquematicamente uma possível orientação seria: - Norte: Garagem, arrecadações, vestíbulos, circulações, com poucas ou nenhumas aberturas para o exterior; - Nascente: Quartos de dormir, com janelas de pequena ou média dimensões protegidas pelo exterior por palas verticais ou estores, para evitar no Verão o encandeamento/sobreaquecimento pela manhã; - Sul: sala comum, janelas de grandes dimensões, protegidas por palas exteriores horizontais ou estores e localização de uma estufa, caso se deseje; - Poente: cozinha, escritório, janelas de pequena ou média dimensão, protegidas por palas verticais exteriores ou estores, para evitar no Verão o encandeamento/sobreaquecimento ao fim do dia. |
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Porque devo isolar a minha casa?
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O isolamento é imprescindível quando queremos obter uma construção eficiente em termos energéticos. Isto porque não adianta estar a aquecer uma casa, quando temos grandes perdas térmicas através das paredes não isoladas. Ou seja, o objectivo é ter o ar interior a uma temperatura confortável e depois mante-lo. Para que o possamos manter a uma temperatura constante não o podemos deixar sair, o que se consegue utilizando o isolamento. O isolamento deve ser aplicado pelo lado exterior no caso de paredes simples, ou colocado na caixa de ar junto do pano interior no caso de paredes duplas. Ora vejamos: ao aquecermos o ar de um espaço interior ele vai aquecer a massa que compõe a parede e aos poucos atravessa-la, quando acaba a sua viagem depara-se com o isolamento que não o deixa sair mantendo a parede quente e consequentemente o ar interior a uma temperatura constante. Além disso, a aplicação do material isolante pelo exterior da parede consegue menores amplitudes térmicas na parede, não deixando que o calor em excesso a penetre (nos dias quentes de Verão), nem o frio (em dias muito frios de Inverno) e protege-a ainda contra os agentes atmosféricos, conseguindo-se assim uma menor deterioração do material que a constitui. Por estas razões o isolamento não deve ser colocado do lado interior, pois além de não proteger a parede não deixaria que a temperatura de conforto a penetrasse e se armazenasse.
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Qual a diferença entre paredes duplas e paredes simples?
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São diferentes processos construtivos. A parede dupla é munida de uma caixa de ar entre dois panos de parede que tem como objectivo conservar a parede interior (que está em contacto com o interior da casa), completamente seca, concentrando-se a humidade proveniente tanto da casa como da rua no espaço intermédio, sendo fundamental que haja neste espaço uma solução construtiva ligada às duas paredes que possibilite o escoamento das águas que ali penetram, quer das chuvas quer por condensações, de forma a que nunca se molhe a parede interior. Este espaço além de ser drenado deve ser ventilado. A parede simples é constituída apenas por um único pano de parede que, se isolado pelo exterior é muito eficiente em termos energéticos, mantém a temperatura a níveis adequados e impede, indirectamente, a condensação de vapor nas paredes devido a temperaturas demasiado baixas. Este método permite uma redução significativa da espessura da parede e ainda a possibilidade de adaptar ou modificar o aspecto exterior da fachada.
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O que é que é importante na escolha de um isolamento?
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Quando falamos em material de isolamento para edifícios temos de ter em atenção que este seja um material impermeável à água mas permeável ao vapor da água, para que o edifício esteja protegido, mas não asfixiado, ou seja, é muito importante que o deixemos respirar. E a razão é simples: no interior de qualquer construção são produzidos vapores que conduzem a uma acumulação de água, se forem impedidos de sair através de uma camada impermeabilizante (a impedir a respectiva difusão para o exterior), o vapor não encontra outra via senão a do retorno para o interior, ou seja, produz condensações. Quando falamos em materiais de isolamento para edifícios, ambientalmente correctos, temos que os considerar segundo a sua eficácia no que respeita à vida útil da construção, bem como, e não menos importante, segundo o ciclo de vida do próprio material.
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A minha casa tem isolamento térmico, mas tem problemas de humidade…
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O isolamento térmico deve ser colocado no meio de uma parede dupla, sempre junto do pano interior da parede, ou pelo lado exterior de uma parede simples. A questão que normalmente se coloca em qualquer dos casos é se o isolamento efectivamente acompanha toda a parede. Muitas vezes o isolamento é colocado ao longo da parede, mas quando chega aos elementos estruturais (vigas e pilares) é interrompido, proporcionando assim, nesta área não isolada, trocas de ar com o exterior (pontes térmicas), que por sua vez dão origem a condensações, promovendo o aparecimento de bolores. É por isso fundamental a aplicação do isolamento térmico de forma continuada. |
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Que tipo de caixilharia devo usar nas minhas janelas?
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Quando pretendemos escolher o tipo de caixilharias a instalar, coloca-se muitas vezes a questão sobre “que material utilizar?” O factor fundamental a se ter em conta ao escolher uma caixilharia é sem dúvida a capacidade de isolamento acústico e térmico. Estes factores são determinantes se pretendermos tomar uma opção baseada na qualidade da solução a implementar. Os materiais que abordamos aqui para caixilharia são a madeira e o alumínio, apesar de existirem outras alternativas como o ferro e o bronze. Actualmente existem já algumas soluções no mercado que conjugam alguns dos materiais mais correntes, como por exemplo o caixilho de madeira revestido a alumínio no exterior. Destes dois materiais a opção por cada um deles tem muitas a vezes a ver com o aspecto estético ou económico, uma vez que qualquer um consegue um desempenho térmico ou acústico muito semelhante. Deve é considerar-se sempre a aplicação de vidros duplos com vidros de 6 e 4 mm e uma caixa de ar entre eles de 12 mm. Assim sendo faremos uma breve análise do material quanto ao isolamento térmico e acústico: Comportamento em relação ao isolamento térmico e acústico: tanto a madeira como o alumínio têm comportamentos similares; No plano do isolamento térmico, constata-se que a Madeira apresenta um comportamentos mais eficiente que o alumínio. No caso de caixilharias exteriores, resulta que se consegue maior protecção do interior relativamente às variações climáticas exteriores com este material; As caixilharias de alumínio podem ser devidamente isoladas de modo a obter comportamentos térmicos e acústicos muito eficientes. |
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Como avaliar o melhor isolamento em termos ambientais?
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É fundamental verificar se o material que estamos a seleccionar para utilizar como isolamento tem um bom comportamento (características técnicas). De seguida deve-se avaliar os impactes associados à sua utilização, quer em termos de impactes ambientais, quer em termos de impactes na saúde pública. Nesta medida, deve-se procurar sempre um material que não apresente efeitos negativos para a saúde (como por exemplo o amianto, que é considerado cancerígeno). Por outro lado, dever-se-á optar sempre por materiais mais amigos do ambiente (que sejam fabricados com recursos renováveis, que sejam produzidos utilizando tecnologias mais limpas, que sejam recicláveis, etc.) como é o caso da cortiça. |
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Pode-se escolher materiais amigos do ambiente?
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Quando se pretende escolher materiais de construção, é importante direccionar a nossa escolha para uma solução que equilibre as opções ambientais e económicas. Desta forma, a melhor maneira para atingir este objectivo é procurar junto do fabricante/revendedor obter alguma informação sobre a sua origem, impactes associados à sua utilização e recomendações aquando se tornar um produto obsoleto – resíduo. A recolha de informação poderá incidir, por exemplo em questionar quais as matérias-primas (se são renováveis ou não), de que país veio (se envolveu muita movimentação/transporte), se os processos usados na sua fabricação são tecnologias limpas, se tem alguma componente perigosa, se possuem impactes no ambiente ou na saúde pública, comportamento do material (ficha técnica), o que fazer e que destino dar ao material quando se transformar num resíduo. Existem fabricantes que estão mais sensibilizados e já transmitem alguma desta informação no acto da sua aquisição. Outros que possuem mesmo a certificação de materiais, como por exemplo algumas madeiras. Existem outros fabricantes que implementam critérios ambientais no processo de fabrico, como é o caso da adopção do sistema de certificação ambiental das empresas (ISO 14001 e EMAS). Qualquer uma destas opções garante que durante o fabrico do produto foram considerados os aspectos ambientais e reunidos esforços para os minimizar. |
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Existe um material de execução de paredes, muito conhecido por “Pladur”. Que material é este? A sua utilização é recomendada? E em que situações?
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Pladur é uma marca de gesso cartonado, embora hajam outras marcas que fabricam e comercializam este produto. O gesso cartonado é um material que pode e deve, pelas sua características, ser utilizado para execução de paredes interiores. Além de ser composto por placas de gesso de origem natural, de 1,20m de largura standard, e de comprimento e espessura variados, possibilitando a adaptação a qualquer condição geométrica nas distribuições interiores de edifícios (formando superfícies lisas e planas que devido ao tratamento realizado sobre elas, formam paredes contínuas, geralmente sem juntas aparentes). Destacam-se ainda as seguintes características: dureza superficial, higroscopicidade , textura homogénea e uniforme, não inflamável, resistente e estável e de aplicação higiénica e fácil, uma vez que por ser um material leve pode ser manuseado por um trabalhador apenas, proporcionando um baixo custo de mão-de-obra. Deve tambem salientar-se que a sua fixação é feita através de pregos e parafusos, o que possibilita a sua desmontagem, também de forma higiénica, e a respectiva valorização do material. Admite ainda qualquer tipo de decoração: pintura, papel, alvenaria, material cerâmico, etc., e qualquer tipo de isolamento, térmico ou acústico, entre placas, ou seja no seu interior, funcionando correctamente. No que respeita à colocação de suportes para pendurar quadros ou outros objectos, este material prevê a aplicação de pesos bastante consideráveis, que devem no entanto ser referidos aquando da execução da parede. |
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Estou interessado em colocar painéis de energia solar em minha casa. O que devo fazer? A quem me devo dirigir?
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Se está interessado em instalar painéis de energia solar para aquecimento de águas, consulte o Programa Água Quente Solar. Aqui encontra informação sobre painéis e instaladores certificados, com os contactos das empresas, bem como uma área de perguntas frequentes (FAQ) que aborda questões desde o tipo de painéis que existem no mercado, o rendimento que dão, a garantia destes sistemas, etc. Para ter noção do investimento a realizar, peça orçamentos às empresas, pois só como os seus dados específicos, das suas necessidades de água, localização e orientação da habitação, se poderá aferir qual o tipo de colector e a dimensão necessária para cumprir os objectivos pretendidos. |
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Consigo satisfazer as minhas necessidades de água quente ao longo do ano com os colectores solares?
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A latitude a que Portugal se situa traduz-se numa maior incidência da radiação solar no Verão do que no Inverno. Isto faz com que se se quiser ter um sistema que consiga cumprir a 100% as necessidades de água quente no Inverno, é necessário ter uma maior área de captação, isto é de painel, o que vai encarecer o sistema. Assim, no planeamento de um sistema solar térmico optimiza-se o seu funcionamento para que seja de 100% no Verão, fazendo com que no Inverno seja necessário recorrer a um sistema tradicional como apoio, para colmatar as restantes necessidades a que o sistema não tem capacidade de responder. |
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Quanto custa instalar paineis fotovoltaicos e quais são as condições?
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Centrando-nos no fotovoltaico, são vários os custos a ter em conta por quem pretenda aventurar-se na produção de energia. Desde logo, o registo no SRM, 280 euros, a que acrescem 168 por uma vistoria a realizar quando tiver o sistema de microgeração instalado. Algumas das dezenas de empresas que instalam estes sistemas já incluem estas despesas em propostas chave-na-mão, mas é preciso perguntar no momento de pedir o orçamento. Quem não tiver um painel solar para aquecimento de águas terá de o instalar para poder usufruir da tarifa bonificada. Este é um investimento seguro, de 2500 euros, em média, com um tempo de retorno muito bom. Face aos custos do gás (e mesmo para quem usa electricidade para aquecer a água), recupera-se em quatro anos ou até em três (ver texto ao lado).
O custo total para o kit de aquecimento de água e microgeração deve rondar os 25 mil euros (sistema de microgeração com um pico de 3,68 kWh). Esta é a potência máxima permitida para o regime bonificado, pois um microprodutor não pode vender mais do que metade da sua potência contratada. |
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Que benefícios fiscais terei?
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Quem se aventurar na microgeração tem garantida uma dedução máxima de 777 euros no IRS pela compra dos equipamentos, mas não vai poupar na factura eléctrica. Para ter acesso à tarifa bonificada, o microprodutor continuará a consumir energia da rede (a cerca de 0,11 euros por kWh ) e venderá toda a energia que produzirá, ao preço de 0,65 euros por kW (em 2008). O que garante um rendimento variável, tendo em conta a potência da instalação, o clima e a região do país, mas garantidamente isento de impostos, até um limite de cinco mil euros. |
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Posso recorrer aos bancos?
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A lei agiliza as regras para o financiamento da aquisição dos equipamentos junto das instituições financeiras, nomeadamente a possibilidade de até 75 por cento da facturação poder ser contratada directamente com um banco para financiar o investimento. Contudo, os consumidores que tiverem de recorrer à banca têm que fazer bem as contas. |
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